quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Feliz dia do PROFESSOR!!! - OS MAIORES PROFESSORES NOS QUADRINHOS E CINEMA

O que inspira uma pessoa a ser professor no Brasil?

Dinheiro. Claro!!!!


Só que não. Falta de alternativa?


Claro que não.

Cada um teve um ponto de ruptura que o levou a esse caminho de forma feliz ou infeliz inicialmente, mas que depois se incorporou a sua vida como um simbionte alienígena.

No meu caso em particular, alguns filmes e quadrinhos foram construindo essa possibilidade, moldando ideais simples, mas que são de extremamente importância.

Uma forma de mudar o mundo. Mas como o sinal da operadora oscila o tempo todo, nada melhor do que “pensar globalmente e agir localmente”.

Além do alguns professores reais, o primeiro a me inspirar sem sombra de dúvidas foi Charles Francis Xavier, conhecido também como Professor X, ou simplesmente Professor Xavier, criado por Stan Lee e Jack Kirby, inspirado nas ideias e filosofia de Martin Luther King.

Ele sempre foi aquele professor que temos de verdade, com muita experiência é paciente em perceber as dificuldades dos alunos, e tentar ajudá-lo a alcançar o seu máximo, ao mesmo tempo em que é destruidor em suas chamadas de atenção quase filosófica.


E o principal, ele conseguiu inspirar todos os seus alunos direta ou indiretamente a seguir seu sonho de coexistência pacifica entre humanos e mutantes.

Inspiração pura. Menos na parte de ser morto pelo seu melhor aluno.

Curioso é que sempre acompanhamos que sem o professor...seus alunos, mesmo os formados acabam ficando sem referencia, ou seja, como um professor sozinho pode fazer diferença na vida de alguém.

Some isto a assiste Ao Mestre, com carinho, várias vezes, e torcer por Sidney Poitier e seus alunos a cada momento, em cada dificuldade, escolar ou pessoal.


Com a mente já tomada de ideais, fui colocado no caminho do melhor Deus já feito no cinema, Morgan Freeman, aquele professor – diretor que você gostaria de ver na sua escola, não importa se você é aluno ou professor, quando as coisas estão fugindo ao controle. E sendo capaz de mostrar, que ninguém precisa ser um Mr. Ed e ficar mostrando os dentes para todo mundo, para mostrar que se importa com o trabalho e com as pessoas que o compõe.



Com Técnico Carter, vemos Samuel L. Jackson, treinando a SHIELD, digo mostrando como é necessário responsabilidade na vida de adolescentes. E a frase dele diante de uma cobrança ecoa até hoje na minha cabeça, resumidamente:

"se seus filhos não são capazes de seguir um contrato que exige apenas sentarem na frente, usar a roupa correta e manter as notas, como serão capazes de respeitar as leis?"


Por último, como esquecer Curso de Verão, de onde tiro inspiração para cuidar de meus alunos mais especiais. Aqueles que só estão tentando achar algo, algum objetivo a seguir. Até hoje, quero saber como o cara que foi ao banheiro no inicio do filme, e retorna no final, tirou a maior nota da prova.


No fundo, mesmo aqueles professores que dizem só continuarem pelo salário e nada mais, querem apenas disfarçar na realidade a frustração de assistir a parte mais importante na formação da sociedade ser constantemente ridicularizada.

Porém, os professores sempre foram e sempre continuarão sendo mais fortes que qualquer governo e suas ideias brilhantes, pois ideais não pode ser tão facilmente destruídos, nem o caráter.


Claro, que não poderia encerrar essa homenagem sem os dois mais icônicos professores da cultura brasileira ou incorporado a mesma.



Feliz Dia dos Professores, ou melhor, Feliz dia dos Inspiradores!!!

sábado, 10 de outubro de 2015

Série que indico

PÂNICO – THE SCREAM



Vamos a uma dica para passar o feriadão para quem for fugir de praias lotadas, por não gostar de calor, ou não ter um bom taco de baseiball para...bem você sabe...curtir a praia!?!
PREPARADA PARA AS PRAIAS DO RJ.

Produzida pela MTV estadunidense, que mostra ainda estar viva, vamos lembrar que esta foi a produtora do clássico "Curtindo a vida adoidado".

Antes de prosseguir um aviso: NÃO TEREMOS SPOILERS.

Sim. Uma série que trabalha com mistérios e recém lançada dar spoilers seria covardia.

Quando comecei a assistir coloquei meus dois pés atrás, pois pensava como um dos personagens, não há como transformar um filme de terror em série, pois todos já sabemos que a história em si sempre é a mesma, só mudam as formas de morrer.

A série altera diversos elementos em relação a cinessérie. Até porque ninguém iria querer simplesmente rever os filmes em formato de minissérie (ouviu Rede Globo?!?).

Entretanto, conseguimos reconhecer diversos personagens inspirados nos originais dos filmes. Afinal, temos a jornalista, agora uma vlogueira, o nerd que saca tudo e faz as melhores referencias a tudo, desde quadrinhos até cinema, os esportistas, as garotas "fáceis" etc.

Todos os esteriótipos estão lá.

E, a série me convenceu. Primeiro resolvendo o problema de como levar uma história de terror em uma série. Simples, com várias subtramas, que correm isoladas, mas que ao mesmo tempo aumentam o mistério principal.

O grande enigma da série seria a máscara do assassino, já que os estúdios não chegaram a um acordo. A questão foi resolvida de forma simples, e honesta. Conseguindo uma nova máscara com um histórico que realmente criaria medo aos moradores da cidade.
NA ESQUERDA A MÁSCARA ORIGINAL, A DIREITA A DA SÉRIE.

Porque? A séria soma elementos dos filmes originais, com elementos de filmes clássicos como Sexta-Feira 13 e Halloween, com alguns momentos de Scooby Doo, e Twin Peaks (me disseram que tem que ser muito, mas muito nerd para ter percebido essas coisas).
VAMOS NOS SEPARAR AMIGUINHOS?


Assim, o assassino da série se torna muito mais assustador. E brinca com a possibilidade de algo sobrenatural estar envolvido.

Outra coisa interessante, é a atualizada nos elementos de medo. Temos na série cyber bullying, bullying normal, famílias que não são o que parecem etc.
UM PEQUENO TRAILER DE 8 MINUTOS. 

Algo que a série consegue, por na verdade ser um filme de quase 10 horas de duração, é desenvolver alguns dos personagens esteriótipos como nenhum filme nunca permitiu. Eles não são unidimensionais. Eles tem sentimentos.
O ELENCO PRINCIPAL.


Prepare-se para tentar descobrir o assassino, em várias reviravoltas da trama (infelizmente, eu já havia descoberto o assassino no 5º episódio, mas para muitos o mistério realmente irá até o final).

Enfim, um passatempo honesto. Que não se leva a sério. E isso é excelente.

O final fecha a história direitinho e ainda deixa uma guindaste inteiro para a segunda temporada, já confirmada.


Desculpa. Não iria dar spoilers, mas não resisto. O assassino é...a pessoa mascarada.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

HQ em foco: SURPREENDENTES X-MEN - SUPERDOTADOS

Os leitores mais experientes costumam dizer atualmente que as histórias em quadrinhos estão um lixo, os leitores mais jovens defendem as histórias atuais, e em meio a tudo isso ficam aqueles que gostariam de ler algo, mas não sabem por onde começar.

Uma excelente porta de entrada para o Universo Marvel, ou mais especificamente para o cantinho dos mutantes na Marvel, é o encadernado Surpreendentes X-men – Superdotados.

Escrito por Joss Whedon (criador do seriado Buffy, e o diretor dos dois primeiros Vingadores), belamente desenhado por John Cassaday e colorido por Laura Martins.

Whedon reúne uma equipe de X-men bem incomum: Ciclope, Rainha Branca, Wolverine, Fera e Lince Negra.

Trazendo elementos do passado da equipe mutante a todo o momento, e com diálogos afiados, recheados de ironias e piadas, nas quais você consegue ouvir claramente aquela música símbolo de passa-fora sendo tocada, principalmente nos diálogos entre Emma Frost (Rainha Branca) e Kitty Pryde (Lince Negra).
Ai, tomou, Rainha Branca. Te adoramos, Kitty.

Somos trazidos de volta ao ambiente escolar das antigas histórias do período Claremont, sem deixar de lado os eventos recentes, pois agora o mundo todo sabe que a mansão Xavier é uma escola para mutantes, e lar secreto dos X-men.

Sem o professor Xavier, Scott e Emma são os novos diretores e amantes, mas Jean Grey acabou de ser enterrada. Logan dá uma força como psicólogo ao "magrão".
 
Logan ajudando como psicólogo. 

Temos as ordens mais dadas ao Wolverine: “Vai beber cerveja”.

Temos o Fera com aparência de Fera. Fera de a Bela e a Fera.

E temos a volta de Kitty Pryde, uma das minhas X-men prediletas, suas memórias da escola, e sua forma de pensar coerente e apaixonada cativará na hora.

E claro. A brilhante ideia de Scott de que sua equipe deve se comportar como super-heróis, para assim tentar convencer as pessoas a não odiarem os mutantes. Ou seja, a volta dos uniformes colantes e coloridos ao universo mutante, após um período couro inspirado nos filmes.

Além disto, temos a ressurreição de um X-men morto há alguns anos.

Sem spoilers desta vez, essa história deve ser degustada de forma completa.


E após sua conclusão você com certeza gostaria de vê Whedon escrevendo os diálogos dos Vingadores com total liberdade criativa.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

OS REBOOTS DA DC COMICS - Parte 1

ou

OS NOVOS 52 ACABARAM E EU NEM SABIA QUE HAVIA OS ANTIGOS

              Com o surgimento dos filmes de heróis como uma espécie de subgênero cinematográfico, também começaram a surgir dúvidas elementares como:

- Por que o Super-Homem não está usando a cueca vermelha por cima da calça?

E um dos seus amigos responde:

- É que estão usando o uniforme da versão dos Novos 52.

Imediatamente seu cérebro manda uma mensagem para o seu corpo, demonstre saber do que ele está falando para não ficar com cara de idiota.

Na realidade essa sua dúvida é totalmente justa. Pois após um reboot geral todos ficamos meio perdidos, alguns até revoltados, com as mudanças.

Sabe o pior?

Este é o 4º grande reboot da DC. E isso porque estamos falando daqueles que mudam todo o Universo.

Porque essa cara?

Ah, você não sabe o que é Reboot?

Ok. Relaxa. Vamos a uma pequena aula.

Reboot é um recurso muito utilizado nos quadrinhos estadunidenses e em cines séries. Nos quadrinhos é mais usado quando os editores consideram que o histórico dos personagens está longo ou confuso demais para atrair novos leitores, nesse momento fazem uma história unindo todo mundo e no final apagam todo o passado dos personagens e começa tudo do zero. No cinema, você já está acostumado, temos um bom exemplo recente, o Homem-Aranha, o herói vivido por Andrew Garfield é um reboot da versão do Tobey Maguire, bem como o novo parte dos Vingadores também será um reboot. Na prática para o novo Aranha os filmes anteriores nunca existiram (fácil de entender no caso do Espetacular Homem-Aranha 2).


Porque a DC faz tanto reboot?
Responder isso é difícil. Alguns escritores reclamam que a bagagem histórica dos personagens atrapalha para escrever, pois teriam sempre que usar referencias antigas. Desculpa de caneta fraca. Os melhores escrevem clássicos modernos, sem desconsiderar o passado, mas sem se ligar a ele como uma ancora.

Então, quando isso começa?
A DC é a segunda maior editora de quadrinhos dos EUA, e entre meados da década de 1970 e a década de 1990 comprou diversas editoras menores e com elas os heróis publicados, mas com temáticas diferentes não foram introduzidos diretamente ao seu universo padrão de heróis.
Sociedade da Justiça da América - primeira equipe de heróis da história e da DC

O que fazer?

O Flash deu a solução para o problema.

Na década de 1960, a DC (ainda chamada National Periodical) recriou alguns de seus heróis da chamada Era de Ouro, mantendo apenas o mesmo nome e mudando origens, uniformes e nomes. Isso ocorreu com Flash, Lanterna Verde, Gavião Negro entre outros.
Liga da Justiça da América - o reboot dos heróis da Era de Ouro dos quadrinhos

Tudo começa quando Gardner Fox, escritor/criador da editora, que trabalhava no título do Flash, sentia vontade de trabalhar novamente com o Flash original, Jay Garrick (aquele do chapéu de asinha surgindo no fim da primeira temporada da série Flash).

Para realizar seu sonho Fox escreveu a história Flash de dois mundos, onde Barry Allen ao acelerar e vibrar suas moléculas cruzaria as barreiras que separariam os universos paralelos e vai parar na terra de Jay, e dos herois da Era de Ouro (entre as décadas de 1930 e 1950). Estranhamente, Barry batizou a terra de Jay, Terra 2, apesar deles terem vindo antes.

Surgia nesse momento a noção de Multiverso. Terras paralelas idênticas ou com alguma diferença entre si.
O Multiverso DC

Os heróis da Terra 1, representados pela Liga da Justiça da América, se encontravam as vezes com os heróis da Terra 2, representados pela primeira equipe de heróis dos quadrinhos, a Sociedade da Justiça da América.


E daí exploraram outras terras, como a Terra 3, onde todos os heróis são vilões e os vilões são heróis, e o mundo é controlado pelo Sindicato do Crime da América, confrontado pelo maior herói do mundo Alexander Luthor.
Sindicato do Crime da América da Terra 3 - onde existe uma versão da Liga que são criminosos

Assim todos os heróis vindos de outras editoras passaram a ganhar uma terra no multiverso. Por exemplo, a Família Marvel, na Terra S, e os personagens da Chalton, na Terra 5.
A Família Marvel - os heróis da Terra S


O problema é a confusão nas histórias. Quando um escritor escrevia algo que ninguém gostava diziam que não era o herói normal, mas de uma terra, vez por outra partes inteiras do passado eram descontinuadas. As pessoas passaram a não saber o que valia ou não valia.

Como parte da sugestão de um leitor a DC começou a trabalhar uma solução. Uma minissérie em 12 partes reunindo heróis e vilões de todas as terras conhecidas ou não contra um vilão invencível, chegava a Crise nas Infinitas Terras.

  
O primeiro reboot: CRISE NAS INFINITAS TERRAS

Na estrutura do Multiverso apenas um não tem copia, Qward, o universo de anti-matéria, onde nasceu uma criatura chamada Anti-monitor. Ele sabia que seus poderes vinham do próprio universo, e quando um universo positivo morreu, seus poderes se ampliaram bem como o território de seu universo.

Assim, o vilão partiu para destruir todo o Multiverso e se tornou o governante de tudo.

Universos após universos vão sendo destruídos, consumidos pelo Anti-monitor.

Sua contraparte do universo da Terra 1, chamado Monitor, inicia uma campanha para salvar tudo o que existe, mas a cada universo positivo morto ele ficava mais fraco.

Entre os grandes impactos da série que levou anos para serem sarados, estão a morte de Barry Allen, o Flash. Capturado no futuro onde vivia com sua esposa Iris, foi mantido prisioneiro por ser capaz de atravessar o Multiverso por conta própria. Mas quando o Anti-monitor tentou destruir a Terra 1, seu lar, com um canhão de antimatéria, Allen conseguiu se soltar e acelerou mais rápido que a luz, salvando a todos e se sacrificando, sem ninguém saber por algum tempo.


A segunda morte marcante ocorreu durante a tentativa dos herois de levarem a batalha ao vilão. Porém, caíram em uma armadilha, o Super-Homem da Terra 1 (o nosso da época) saiu na mão com o vilão, e apanhou feio, seus gritos de dor, chamaram a atenção de sua prima Super Moça, Kara Jor-el, que mergulhou contra o Anti-Monitor sem se conter, sangue voando, ossos quebrando, mas ao perder a concentração por um segundo é atingida mortalmente. Já imaginou o Super-Homem jurando de morte alguém?


Apenas cinco terras sobram do universo infinito. O Anti-monitor retornou ao momento do big bang para controlá-lo, herois e vilões viajam no tempo para detê-lo, e na hora h, recebem a ajuda do Espectro, a espada da justiça de Deus na terra.

Tudo foi destruído. E o Multiverso acabou renascido em uma única terra com histórias de todos os outros acrescidos a sua continuidade.
A ideia era zerar todos os históricos e começar tudo novo após a Crise, e foi feito. O Super-Homem foi recriado por John Byrne, a Mulher-Maravilha por George Perez e assim por diante.

O grande problema é que nem tudo foi reiniciado do zero.

A Liga da Justiça ganharia uma nova formação, mas a anterior existia. Entretanto, Batman, Super-Homem e Mulher-Maravilha nunca fizeram parte antes, os dois primeiros apenas ajudaram. A amazona nem havia deixado a ilha Paraíso ainda.

Outros problemas surgiram em história do Super. Clark decide tentar chegar ao que restou de Krypton e pede ajuda ao Gavião Negro e a Mulher-Gavião, para levá-lo em sua nave.

Qual o problema nisso? O Katar e Shayera não estavam na terra ainda, eles ainda eram policiais em seu planeta. Então quem levou o Super?

A Legião dos Super-Heróis do século XXXI foi fundada seguindo como padrão o Superboy, que com viagem no tempo foi membro da equipe no futuro.

O problema? Clark Kent nunca foi Superboy (Byrne, deu uma entrevista dizendo que se soubesse que não poderia trabalhar com um jovem Super por muito tempo não teria apagado o Superboy), mas se ele nunca foi...quem era aquele moleque com a cueca vermelha por cima das calças.
O Superboy de uma anomalia criada pelo Senhor do Tempo versus o Super-Homem de John Byrne, que nunca foi Superboy após a Crise.

Esses furos cronológicos foram se acumulando e a DC resolver fazer outra saga capaz de zerar tudo e recomeçar...vem aí ZERO HORA.
Eu sei, Doutor. Eu sei!!!


domingo, 20 de setembro de 2015

LIVRO que indico:

SUPERNATURAL – O diário de John Winchester

Se você é fã da série de TV Sobrenatural, Supernatural para os outros, como este que escreve, acompanha os irmão Winchester por 11 temporadas, que falaremos em outro artigo. Pois este é destinado a inauguração da seção LIVRO que indico.

Quando assisti as duas primeiras temporadas da série ficava curioso para ler aquele diário que os irmão usavam para solucionar suas dúvidas sobre a ameaça que enfrentavam.

No fundo sabia que provavelmente não havia praticamente nada escrito, em parte somente cenografia.

Porém, o escrito Alex Irvine, com tradução competente de Eduardo Friedman, e ilustrações de Dan Panosian e do próprio Irvines, nos brinca com o diário real, publicado no Brasil pela Editora Grypus.

Esse livro já nos ganha, se você for fã da série, pela capa dura resistente, e pelo interior, um presente aos fãs, colorida e formatada para nos lembrar dos antigos diários. Pode parecer bobagem, mas nos traz em alguns momentos a sensação de ler o diário verdadeiro em certos trechos.

O diário se inicia em 1983, com John Winchester tentando compreender e aceitar o que ocorreu com sua esposa, além deste novo mundo que se abre diante de seus olhos.

Deste momento em diante o livro é narrado pelas datas de registro de John, alguns momentos dias seguindo, em outros com passagens de tempo maiores, em meio a dor, e a insegurança de um pai em como proteger seus filhos dos monstros desse novo mundo real.

  
Prepare-se para encontrar símbolos de proteção e investigar junto com  John criaturas bizarras, enquanto busca a verdade e a vingança.

Desta vez não teremos muitos comentários, nem spoilers, pois este livro merece aquela experiência de descoberta pessoal.

Agora vou partindo para desenhar alguns símbolos de proteção e colocar sal nas portas e janelas, pois fui informado que posso me tornar alvo de ataques de demônios e vampiros sanguinários por fazer apologia aos caçadores.

Espera! Vocês são os vampiros sanguinários?